Sábado, 30 de Outubro de 2004
Contagem final!
Faltam pouco mais de 48 horas para conhecer-mos o destino dos EUA e do mundo.
"A mão invisível" apoia J. Kerry! Força Kerry!


publicado por psylva às 10:53
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Sábado, 23 de Outubro de 2004
Bagão Félix Admite Ter Trocado Défice por Dívida Pública
O ministro das Finanças e da Administração Pública admitiu ontem, no Parlamento, que optou por violar o limite do tratado comunitário para a dívida pública em vez de ultrapassar o limite do défice orçamental, por considerar ser menos objecto de sanção por parte da União Europeia. As declarações foram feitas na sessão de apresentação da proposta de Orçamento de Estado de 2005, em sede de comissões especializadas.


Em vez de optarmos pela transparencia das contas publicas, opta-se pela desorçamentação... Espero que o Bagão tenha a noção que ao aumentar a despeza pública também irá fazer aumentar o serviço da divida dos próximos orçamentos bem com o rating associado à divída portuguesa. O que o «tuga» não faz para enganar bruxelas. Contudo, mais tarde certamente a economia portuguesa vai pagar a factura.


publicado por psylva às 10:14
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EUA recusam-se a assinar protocolo de Quioto
Mais uma vez fica patente que com Bush temos o pior dos americanos: falta de consciênca e egoismo.


publicado por psylva às 10:04
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Domingo, 17 de Outubro de 2004
Por falar em moda! O Brazil já está na moda...
Moda Brasil 2004 001.jpg


publicado por psylva às 14:37
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"No meu bairro está tudo rico!"
> Comentário de Nicolau Santos no Expresso desta semana.
> No meu bairro está tudo rico!

> Desde quinta-feira vai uma enorme euforia no meu bairro. Foi logo a
> seguir ao ministro das Finanças ter dito a Judite de Sousa, na RTP-1,
> que são os 30% mais ricos deste país que investem em PPR, PPR-E, PPA e
> CPH. É que, a ser assim, 90% desses 30% vivem no meu bairro. E o certo
> é que o foguetório não tem parado, já se organizaram várias festas de
> ricos e já houve muita gente do meu bairro que não trabalhou sexta e
> sábado (os ricos, como se sabe, têm a mania de não trabalhar aos
sábados).

>

> O sr. Joaquim da mercearia convenceu a mãe, há dez anos, a fazer um
> PPR, tendo em conta que a Segurança Social pública não anda lá muito
> católica e seria bom prevenir o futuro da senhora. Desde quinta, o sr.
> Joaquim fechou a mercearia e só espera pela herança que a mãe, que não
> anda bem de saúde, lhe vai deixar. E ele que não sabia que era filho
> de uma das pessoas mais ricas de Portugal!

>

> O sr. João da padaria convenceu-se, há três anos, que era bom fazer um
> PPR-E, porque o filho ia bem no liceu e depois quereria certamente não
> só concluir um curso universitário, como também tirar talvez um MBA.
> Nessa altura, o PPR-E daria jeito. Agora está com um problema em casa.
> O miúdo ouviu o Bagão Félix, dizer que o pai está entre os 30% mais
> ricos de Portugal e agora já não quer estudar. Diz que não precisa.
> Chatices de ricos...

>

> A sra. Ana, ajudante na farmácia, resolveu começar a colocar uns
> trocos numa Conta Poupança Habitação, visando a compra de uma casinha
> quando chegar aos 30, ela que têm agora 24. Desde quinta que não
> aparece no emprego e mandou dizer que não consta que os ricos
> trabalhem. Acha estranho que a conta bancária continue próxima do zero
> no final do mês. Mas se o dr. Bagão disse que ela é rica, é porque é
verdade.

>

> Quanto ao José, empregado de uma agência imobiliária, que passa o dia
> a mostrar casas a clientes, resolveu há uns anitos arriscar uns
> dinheiros num Plano Poupança Acções. Ouviu o dr. Catroga dizer que era
> uma forma de reanimar o mercado de capitais, que daria uma boa
> rentabilidade os investidores. Agora que soube que está rico, já
> escreveu ao dr. Catroga a agradecer a indicação.

>

> E assim a festança não pára no meu bairro. Mas ando preocupado. Soube
> que o eng. Belmiro se estava a preparar para fazer um PPR e poupar no
> seu IRS e agora já não o vai poder fazer. O eng. Jardim Gonçalves, que
> tem muitos filhos e netos, ia apostar nos PPR-E. Também já não vai a
> tempo. O dr. Artur Santos Silva, que é muito forreta, estava a pensar
> fazer um CPH no banco de que é presidente - só para poupar 127 euros
> no
IRS! Não pode, porque o dr.
> Bagão lhe topou os intentos. E finalmente o eng. Mira Amaral ia
> colocar a sua choruda reforma em PPA. Vai ter de gastá-la noutro sítio.

>

> E eis como finalmente temos um ministro que acaba com os ricos para
> dar aos pobres. Bem haja, dr. Bagão! E assim já não precisa de
> investir no combate à fraude e à evasão fiscal, nem investigar a sério
> o rendimento das profissões liberais, nem combater 50% das empresas
> que declaram prejuízos, nem estabelecer uma colecta mínima para
> restaurantes, mercearias e outros pequenos negócios para os quais,
> como é óbvio, não há qualquer possibilidade de controlo fiscal.
> Carregue nesses 30% de ricos que investem em PPR, PPR-E, PPA, CPH - e
> vai ver como resolve o défice e a justiça fiscal desce sobre este país!
Força! Que não lhe doam as mãos!


publicado por psylva às 11:36
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Seriedade
"Da mulher de César dizia-se que, para além de ser séria, deveria também parecê-lo. Tendo em consideração as implicações do seu comportamento ao nível das percepções dos agentes económicos, é imprescindível que o nosso ministro das Finanças, mais do que parecer sério, o seja efectivamente. Infelizmente, apesar de todas as palavras em contrário, um acto desta natureza não pode ser considerado tecnicamente sério e responsável."

JAP acerca da transferencia do Fundo de Pensões da CGD para a CGA


publicado por psylva às 11:14
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Sérgio Rebelo em 14º lugar no ranking de citações

A avaliação do trabalho científico dos economistas é muitas vezes efectuada com base em citações que recebem em trabalhos posteriores. É o caso do ranking construído pelo economista Tom Coupé para a década de 90 e publicado pela European Economic Association com base no número de citações ponderado pela importância da publicação onde são referidas. Esta é uma forma de medir não só trabalho de cada economista propriamente dito mas também o reflexo que tem na investigação futura.
Deste ranking de 1000 nomes fazem parte alguns dos economistas mais famosos do Mundo, alguns já laureados com o prémio Nobel, e outros que são fortes candidatos a recebê-lo no futuro. Robert Barro, Paul Krugman ou Eugene Fama estão entre os primeiros lugares e são apresentados como possíveis vencedores este ano.
Sérgio Rebelo é o primeiro português na lista e ocupa uma honrosa décima quarta posição. Para isso tem contribuído,
entre outras coisas, alguns artigos de enorme importância na economia do crescimento publicados na década
de 90 em co-autoria com King e Plosser. Robert Lucas, Gary Becker e Joseph Stiglitz, por exemplo, prémios Nobel
em 1995, 1992 e 2001 ocupam, respectivamente, a décima oitava, a sexagésima quarta e septagésima segunda posições da tabela.


publicado por psylva às 11:09
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Moda Lisboa muito quente!
moda lisboa.JPG


Estou desejoso pelo verão de 2005! :)


publicado por psylva às 11:01
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Cultivar Icebergues
O icebergue mais famoso do mundo afundou o "Titanic" em 1912, mas hoje pode estar a flutuar num copo de "whisky" de um japonês. A água dos icebergues, a mais pura do mundo, é transformada em gelo, vodka, cerveja, champanhe e vendida como água engarrafada de luxo, sobretudo no Canadá e no Japão.

Os icebergues são temidos na sua qualidade de maravilhas naturais, mas o fascínio por estes gigantes de gelo começou a gerar, nos anos 80, um novo fenómeno.

Na Terra Nova, no Canadá, há portos que têm o privilégio de assistir a uma dança de montanhas geladas, quando o calor do Verão solta alguns icebergues dos glaciares e os deixa à deriva pelo Atlântico Norte. Os turistas começaram a acorrer a cidades portuárias como Twillingate, na costa norte da Terra Nova, no extremo da América do Norte, para excursões fresquinhas onde se podem avistar, a poucos quilómetros, ilhas agrestes, brancas ou azuis, aglomerados milenares de água, neve e gelo. Hoje, vendem-se postais, fala-se de espécimes, do brilho ou cor particular de um icebergue nas ruas de Twillingate, como se fala nos aromas do vinho na região de Champagne.

A presença cada vez mais familiar dos icebergues gerou, na década seguinte, novas ideias de negócio. Não se tratava de projectos alucinantes como o plano de rebocar um icebergue até à Arábia Saudita, nos anos 70, nem de novas tentativas de arrastar um genuíno cubo de gelo gigante até Los Angeles, como se alvitrava no início da década de 1990. Qualquer dos planos não passou do papel, tal como os icebergues em questão nunca passariam inteiros pelo equador.

Na Terra Nova pensava-se sim em cultivar icebergues. A sua matéria-prima era o alvo: água puríssima, intocada há milhares de anos. Os icebergues que flutuam nos oceanos começaram a formar-se, como parte de glaciares, há mais de 15 mil anos, sob a forma de neve. Essa neve original foi sendo coberta por mais e mais neve e, mais tarde, gelo. No interior do gelo ficam esses flocos de neve intocados pelos químicos do mundo moderno.

Como os maiores icebergues chegam a ter 200 metros de espessura e dezenas de quilómetros de comprimento e largura, tornam-se verdadeiras fortalezas ambulantes para água que nunca foi tocada por poluentes. Para aproveitar esse néctar, a Iceberg Vodka Corporation começou a cultivar icebergues na época certa - entre Abril e Novembro - com aviões que os identificam no mar e rebocadores que se fincam na ilha gelada e arrancam partes directamente para máquinas de engarrafamento.

Essa água pura e doce é depois vendida por várias empresas de água e bebidas canadianas no Canadá e no Japão, onde cubos de gelo e água de icebergue são produtos "gourmet". Os fabricantes dizem, orgulhosos, que esta é água em que ninguém fez xixi e garantem que não há ressacas após uma litrada de vodka à base de icebergue líquido de elevada pureza.


publicado por psylva às 10:53
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A Promiscuidade Actual Entre Elite Política e Económica Afecta a Qualidade da Democracia
Nos últimos tempos, comentadores, agentes económicos e políticos, jornalistas, redescobriram a questão das elites. É agora um tema recorrente, apresentado como uma porta de explicação para o falhanço português. Mas o que são na verdade as elites? Como é que se define hoje uma elite?
As elites são sempre o reduzido número que governa as organizações sociais, as organizações políticas e as organizações económicas. No campo da ciência política, praticamente desde a invenção do conceito de poder que ele está associado evidentemente àqueles que o exercem. No fundamental é isso que nós definimos como elites. Até à Revolução francesa digamos que as elites tinham uma legitimidade, no caso das instâncias reais, divina. Veio depois a utopia democrática de que o cidadão é a fonte do poder, que se mantém, mas na realidade o que nós observamos é que as instituições democráticas são progressivamente, e isso é natural, faz parte digamos do próprio funcionamento do sistema democrático, dominadas, no fundo, por aquilo a que no início do século vários chamaram uma oligarquia.




publicado por psylva às 10:51
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